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Candidatos evangélicos que usaram Igrejas em campanha podem ser punidos

Dois deputados e líderes religiosos das Igrejas Mundial do Poder de Deus e Universal do Reino de Deus, como alega a Procuradoria Regional El...

Dois deputados e líderes religiosos das Igrejas Mundial do Poder de Deus e Universal do Reino de Deus, como alega a Procuradoria Regional Eleitoral/RJ, desrespeitaram a legislação ao usarem em campanha templos das respectivas denominações e podem sofrer as sanções da Lei pelos atos no período eleitoral.

Os dois deputados e lideres religiosos das igrejas Mundial e Universal vão responder processo da Procuradoria Regional Eleitoral por abuso de Igrejas-evangelicas-atuadas-por-propaganda-eleitoral-indevida-foto-ilustrativapoder econômico e uso das igrejas no período eleitoral. Além de serem impedidos de tomar posse, o deputado federal reeleito Francisco Floriano(PR) e o recém-eleito deputado estadual Milton Rangel(PSD), podem não tomar posse e ficar ainda inelegíveis por oito anos.

Já Leonardo Carlos Machado, o pastor Leo, da Igreja Mundial do Poder de Deus, em Duque de Caxias, vai responder por guardar material de campanha de dois deputados evangélicos ligados a denominação. Fiscais da Justiça Eleitoral apreenderam panfletos, cartões e adesivos que divulgavam as candidaturas de Floriano e Rangel.

E os Bispos Daniel Santos e Junior Reis, da Igreja Universal do Reino de Deus(IURD), são acusados de usarem os templos da denominação em Del Castilho e Nova Iguaçu para a promoção pessoal de candidatos de dois candidatos do PRB, partido do candidato a governador do estado do Rio de Janeiro derrotado no pleito 2014, Marcelo Crivella e um do partido (PMDB).

Gravação feita por equipe do jornal O Globo foi incluída nos autos do processo como prova do ato abusivo.

informações de O Diário

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