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Família descarta crime passional no caso da morte da juíza

A família de Patrícia Acioli não considera o crime passional como uma das principais linhas de investigação para solucionar a morte da juíza...

A família de Patrícia Acioli não considera o crime passional como uma das principais linhas de investigação para solucionar a morte da juíza, diante de todas as ameaças e casos que ela julgava.

Patrícia foi morta com 21 tiros na porta de casa, no bairro Piratininga, em Niterói, na região metropolitana do Rio. Ela já teria enviado mais de 60 policiais militares e milicianos para a prisão, segundo o Tribunal de Justiça do Rio, e era responsável por julgar casos de homicídio, autos de resistência, quadrilhas de transporte alternativo, bicheiros e outras contravenções.

Governo quer prioridade no caso

Polícia teria 12 suspeitos

De acordo com Humberto Acioli Lourival, primo de Patrícia, seria muito cômodo para as autoridades ter essa hipótese como principal do crime.R7

- Seria cômodo demais para a polícia e para o Estado colocar a culpa nos relacionamentos da Patrícia, como se ela fosse irresponsável, e deixar de lado todas as ameaças que recebeu.

Segundo Lourival, a juíza tinha por hábito oficializar todas as denúncias e ameaças que recebia.

- Secretários e pessoas ligadas a ela contaram que ela não fazia vista grossa nem em casos relacionados ao julgamento de policiais militares.

Lourival confirmou que juízes e policiais foram à sala da magistrada na 4ª Vara Criminal, que estava interditada desde a sua morte, para recolher documentos e papeis que possam ajudar na investigação do crime.
Máfia das vans tramava morte

Em 2009, a Polícia Federal informou a juíza que integrantes da máfia das vans de São Gonçalo estariam tramando sua morte e as de seus familiares.

Policiais da DH investigam se o assassinato de Anderson Marinho de Oliveira, conhecido como Portuguesinho, de 36 anos, sexta-feira (12) à noite em São Gonçalo, um dia depois de Patrícia ser morta, tem relação com o assassinato da magistrada. Ele era acusado de pelo menos três homicídios e suspeito de integrar um grupo de extermínio que atua nos bairros Venda da Cruz e Tenente Jardim.

Anderson possuía uma extensa ficha criminal e foi preso mais de dez vezes. A última foi em maio, quando foi reconhecido como um foragido da Justiça pelo promotor Paulo Roberto Mello Cunha, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, em uma blitz policial./R7

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