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Sinagoga é encontrada por Arqueólogos onde Jesus poderia ter ensinado

Arqueólogos israelenses encontraram uma sinagoga debaixo do monte Arbel, ao norte de Tiberias, em frente às praias do mar da Galileia. A ant...

Arqueólogos israelenses encontraram uma sinagoga debaixo do monte Arbel, ao norte de Tiberias, em frente às praias do mar da Galileia. A antiga construção localiza-se exatamente na extremidade da antiga cidade de Migdal (Magdala), que no passado foi uma próspera comunidade de 30 mil habitantes e lar de Maria Madalena.

Dina Avshalom-Gorni é a arqueóloga que dirige as escavações. Quando ela descobriu a sinagoga, logo percebeu ser algo muito especial. “Me perguntei: ‘Dina, será possível que você está em uma sinagoga do primeiro século?’ Não podia acreditar”, conta.

A estudiosa disse que, levando-se em consideração a idade da sinagoga, sua localização e a história da Galileia, é extremamente provável que Jesus tenha ensinado lá. “Podemos assegurar que Jesus se apresentou como rabino, junto a esta mesa de oração para orar e transmitir sua mensagem à sua comunidade.”

Os arqueólogos seguem trabalhando e esperam descobrir mais daquilo que pode ser um dos achados mais significativos da história. Depois de anos de escavação na região, esta é a primeira sinagoga do primeiro século a ser descoberta na Galileia. Para os arqueólogos, o milagre é que se manteve abaixo da superfície durante dois mil anos.
“Os restos da sinagoga foram encontrados perto da superfície, a apenas alguns centímetros de profundidade. Passaram-se dois mil anos para ser escavada, encontrada e vir à luz, para que todo mundo pudesse vê-la. Esta sinagoga não havia sido tocada, assim, penso ser um milagre. Um milagre arqueológico”, declara Gorni.

Mesa de oração

O detalhe mais singular da sinagoga é uma base de pedra que, de um lado, tem talhada uma menorá (ou candelabro judeu). Os arqueólogos acreditam que o artista copiou uma menorá que vira no templo de Jerusalém.

O talhe da menorá é o primeiro do primeiro século que já se encontrou fora de Jerusalém. É também a primeira menorá reconhecida como símbolo do judaísmo. Gorni disse que a base de pedra tinha uma função-chave na sinagoga.

“Acreditamos que foi a base de uma mesa de oração. Se examinamos a pedra, vemos que tem quatro colunas de pedra. Cremos que em cima delas havia uma tábua, como uma mesa, e que a pessoa que parava junto a ela orava e transmitia sua mensagem à comunidade.”

Os arqueólogos continuarão classificando e registrando seus achados. Gorni espera que a sinagoga se abra ao público em poucos anos, para que o mundo veja o lugar onde Jesus pode ter ensinado um dia. (N.M.)/ Arca Universal

Tradução: Fernando Damasceno

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